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    Utilização de óleos voláteis no tratamento de crianças autistas
    (entro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) João Vitor Pojar ; Luiz Eduardo Viana Moretto ; Dr. Júlio Cézar Borella
    O transtorno do espectro autista (TEA), ou simplesmente autismo, é um distúrbio psiquiátrico que pode ser identificado nos primeiros meses de idade de uma criança, que apresenta diversos sinais e sintomas como ansiedade, irritabilidade, epilepsia, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, insônia e dificuldades na fala, que dificultam a interação social. Para buscar maneiras de redução dos sinais e sintomas, foi realizada revisão bibliográfica para analisar a utilização de óleos voláteis no tratamento integrativo e complementar, no alívio dos sintomas de crianças portadoras de autismo, por meio de pesquisa de artigos nas bases de dados nacional e internacional. Os óleos voláteis, também conhecidos como óleos essenciais, estão presentes no metabolismo secundário das plantas aromáticas e são obtidos por meio de diversos métodos de extração, cada um deles possuem um grau terapêutico que pode ser aplicado no autismo. Na pesquisa foi encontrado o uso de óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) para redução da insônia, depressão e ansiedade; óleo essencial de bergamota (Citrus bergamia) para redução da ansiedade e estresse; o óleo essencial de sálvia (Salvia officinalis) para redução da irritabilidade, ansiedade e depressão; óleo essencial de erva-doce (Pimpinella anisum) para epilepsia e o óleo essencial de damascena (Rosa x damascena). Conforme evidenciado nos estudos, há comprovação científica na utilização de óleos essenciais, para alívio dos sintomas do TEA, porém não há estudos aprofundados em crianças portadoras do autismo, que sejam satisfatórios para declarar eficácia no uso de óleos voláteis nesta população. Palavras chaves: Óleos essenciais. Transtorno do espectro autista. Aromaterapia.
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    A qualidade de insumos vegetais e fitoterápicos no Brasil: uma avaliação embasada na literatura científica
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) Isabela Fernandes da Costa ; Mayara Cantarelli Bordonal ; Rafael Simões de Souza ; Dr. Júlio Cézar Borella
    Os medicamentos derivados de plantas, chamados de fitoterápicos, devem passar por um rigoroso processo de produção e controle de qualidade em todo o processo de obtenção, começando pela matéria prima até o produto final, segundo legislação da ANVISA. O objetivo desse trabalho foi avaliar a qualidade dos insumos e produtos fitoterápicos presentes no mercado brasileiro, por meio de análise de artigos científicos pesquisados em banco de dados entre os anos de 2000 e 2021. Sendo assim, foi feita pesquisa de informações, a cunho de revisão de literatura, em bases de dados como PubMed, SciElo, ANVISA e Bireme. Foram avaliados seis artigos que retratam o controle de qualidade de insumos vegetais e fitoterápicos no Brasil, os quais mostraram alto índice de reprovação. Tendo como base as análises dos textos selecionados, foi observado que 50% dos artigos relataram reprovação total dos insumos, 50% relatam que os insumos foram parcialmente reprovados. Sendo assim, nenhum deles relata aprovação total das amostras avaliadas. Presume-se que estes resultados sejam consequência de um falho controle de qualidade associada à falta de fiscalização, envolvendo os órgãos regulatórios e também fornecedores, que ofertam insumos vegetais para produção de medicamentos, ou fitoterápicos, fora das especificações previstas na Farmacopeia Brasileira. Neste ciclo também entram os farmacêuticos, nas farmácias de manipulação, ou indústria, que não se prestam para realizar os procedimentos de análise destes insumos e detectar problemas na sua qualidade. Palavras-chaves: Insumos vegetais. Medicamentos fitoterápicos. Controle de qualidade físico-químico. Controle de qualidade microbiológico.