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    O impacto das redes sociais na autoimagem de mulheres na sociedade contemporânea
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2022-12) Agatha Christie Matos ; Alessandra Ribeiro Rufini ; Ana Beatriz Martins Souza ; Martha Ethel Steytler
    Na sociedade contemporânea é comum observarmos a insatisfação de mulheres com a autoimagem e como a mídia influencia esse fenômeno com a divulgação de padrões de beleza utópicos que sugerem constantes mudanças na aparência da população feminina, fazendo com que estas queiram se tornar iguais e perdendo sua singularidade e autonomia, com a cristalização do comportamento de imitar o que é imposto pela mídia como belo. O objetivo dessa pesquisa é compreender os impactos psicológicos e físicos causados pelos padrões de beleza divulgados nas redes sociais na autoimagem de mulheres na sociedade contemporânea. O trabalho aborda um estudo exploratório dentro do modelo de pesquisa qualitativa, considerando a maneira de obter dados com a entrevista e como método de análise de dados a análise de conteúdo. Com o estudo espera-se que os dados investigados permitam a compreensão de mudanças físicas e comportamentais causadas pela influência das mídias digitais em mulheres, assim como a produção de conhecimento poderá promover debates a respeito de saúde física e mental. Palavras-chave: Mulheres. Autoimagem. Padrões de beleza. Redes sociais.
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    A psicologia hospitalar no enfrentamento da pandemia de COVID-19: vivências de profissionais que foram alento em meio ao caos
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2022-12) Ana Elisa da Silva ; Yara Castaldini ; Danubia Cristina de Paula
    A pandemia do coronavírus (COVID-19) foi um marco histórico mundial e teve grande impacto na vida das pessoas e no cuidado em saúde. Em meio a este cenário, os profissionais da saúde ocuparam lugar de destaque e os profissionais de psicologia hospitalar tiveram que encarar este novo desafio. Perante algo tão novo e desafiador, fez-se necessário compreender a repercussão desta vivência em tais profissionais. Considerando isso, o presente trabalho teve como objetivo compreender a vivência e percepção dos profissionais de psicologia hospitalar sobre sua atuação durante a pandemia de COVID-19, em hospitais terciários vinculados ao Sistema Único de Saúde da cidade de Ribeirão Preto, São Paulo. A pesquisa foi conduzida de forma qualitativa e utilizou-se da técnica de análise temática de conteúdo. Participaram do estudo seis profissionais da psicologia, indicadas por outros profissionais e pelas pesquisadoras, que trabalharam na linha de frente de serviços terciários vinculados ao Sistema Único de Saúde durante a pandemia de COVID-19, e ainda, que preencheram os critérios de seleção. As informações foram coletadas por meio de questionário geral e entrevista semiestruturada, seguindo todos os protocolos éticos necessários. Após a transcrição e análise dos conteúdos emergentes, os resultados foram divididos em três categorias temáticas. A primeira delas “COVID-19: desafios e mudanças” trouxe o que se pôde obter dos relatos de vivências de uma situação inesperada, a pandemia, e as adaptações necessárias para seu enfrentamento, utilizadas pelas profissionais entrevistadas. A segunda categoria, “Cotidiano de trabalho e equipe multidisciplinar” foi uma análise das mudanças efetivas no trabalho em psicologia hospitalar durante o enfrentamento do novo vírus pelas entrevistadas, além de destacar importantes aspectos da relação de trabalho em equipe multidisciplinar, que teve sua importância intensificada no período. Por fim, na última categoria temática intitulada de “Saúde e o trabalho na linha de frente” foram analisados os efeitos físicos e emocionais da pandemia dentre as entrevistadas. De forma geral, os resultados expressos mostraram que, no enfrentamento da pandemia, a atuação dos psicólogos hospitalares foi crucial, o que não os eximiu das consequências de um contexto de trabalho incerto e de muita pressão. A pesquisa buscou compreender e aprofundar o conhecimento sobre a temática, servindo como reflexão em relação ao trabalho do psicólogo perante situações complexas de cuidado em saúde, como a vivenciada durante a pandemia, visando também a valorização e desenvolvimento de estratégias de cuidado para os próprios profissionais. Palavras-Chave: Saúde mental. Psicologia hospitalar. COVID-19. Pandemia.
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    Crianças e o uso de mídias digitais: uma investigação da perspectiva parental acerca de prejuízos no desenvolvimento cognitivo e emocional
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2020-12) Daniely Cristina da Silva Rocha ; Gabriela Pereira Mattos ; Josiane Caetano de Oliveira
    Introdução: Com o surgimento da internet, o uso constante das mídias digitais se encontra cada vez mais presente na vida das pessoas, facilitando o acesso à informação e a comunicação. Todavia, o uso constante da tecnologia tem influenciado os relacionamentos interpessoais, aumentando o contato entre os distantes e diminuindo as interações entre os mais próximos, aumentando, assim, o tempo que se é gasto em frente às telas digitais. Seu uso em excesso pode trazer riscos que podem acometer a saúde de seus usuários, especialmente as crianças. Objetivos: Investigar a perspectiva parental acerca dos prejuízos das mídias digitais no desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças. Método: O recrutamento dos participantes foi feito por meio das redes sociais como facebook e Whatsapp e a participação da pesquisa se deu com acesso à plataforma Google formulários. Nela 127 pais de crianças de até 12 acessaram TCLE e após o aceite, responderam o questionário de caracterização sociodemográfica, seguido do questionário de práticas parentais e o uso de mídias digitais e para finalizar a pesquisa o questionário sobre impactos do uso das mídias no desenvolvimento de crianças. Os dados compilados foram analisados de forma quantitativa, por meio de estatística descritiva e inferencial no programa IBM/SPSS versão 22. A maioria da amostra era do sexo feminino (78%), casadas ou em uma união estável (88,2%), têm filhos entre 1 e 6 anos (58%) e do sexo masculino (45,7%). Os pais referiam que 28,3% das crianças tiveram acesso às mídias digitais entre 2 e 3 anos, 95,3% acessam para assistirem vídeos do Youtube e 37,8% afirmaram perceber nos filhos um impacto em relação ao humor e o isolamento em decorrência do uso de mídias digitais. Na avaliação subjetiva de questões relacionadas ao uso de mídias pelos filhos, em uma escala de 0 a 10, na média, 5,40 (± 2,20) acreditam que as mídias são prejudiciais, 4,98 (± 2,76) que seu filho era dependente de mídias digitais e 5,55 (± 2,93) considerou que o uso de mídias influencia no comportamento da criança. A análise de correlação destas questões com o teste de Spearman mostrou que quanto mais acham que os filhos estão dependentes das mídias, menos acreditam que eles mesmos poderiam ficar sem acesso por 24 horas (r= -0,196; p=0,027) ou seus filhos (r= -0,311; p=0,000) e quanto mais os pais acreditam que as mídias são prejudiciais, mais eles acreditam que os filhos estão dependentes (r=0,164; p=0,0066) e que as mídias influenciam no comportamento dos filhos (r= 0,379; p=0,000). Os dados coletados possibilitaram uma melhor compreensão acerca do perfil de uso de mídias digitais, dos impactos prejudiciais cognitivos, afetivos e comportamentais percebidos pelos pais durante os períodos em que os filhos utilizam mídias digitais, bem como o uso de mídias nas escolas. Entretanto, faz-se necessário a realização de novas pesquisas para ampliar a compreensão sobre os prejuízos das mídias digitais no desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças, bem como a publicização de informações acerca dos potenciais benefícios e prejuízos do uso de mídias, de modo a possibilitar uma melhor monitoria e supervisão deste comportamento por parte dos pais. Palavras-Chave: Mídias digitais. Prejuízos. Crianças. Pais
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    O impacto do diagnóstico na vida do paciente acometido pelo câncer de próstata: revisão da literatura
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2020-12) Ana Laura de Carvalho Coelho ; Beatriz Barato Silva ; Dra. Fernanda Pessolo Rocha
    O câncer é um conjunto de várias doenças que englobam o crescimento desordenado das células cancerígenas. O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo, é considerado um câncer da terceira idade, visto que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. No Brasil, é o segundo tipo mais comum entre os homens. Referindo-se ao diagnóstico, vários fatores interferem na adesão ao principal exame preventivo do câncer de próstata (toque retal): constrangimento, desinformação, medo e preconceito devido à cultura da masculinidade, porém o diagnóstico precoce é muito importante e pode contribuir para uma melhor adesão ao tratamento e uma maior chance de cura/eficácia. Os tratamentos para o câncer de próstata, com exceção da vigilância, geralmente resultam em efeitos colaterais desagradáveis que acabam por deixar o homem vulnerável em relação a aspectos que envolvem sua masculinidade. O presente estudo teve como objetivo analisar os principais impactos na vida do paciente que recebe o diagnóstico de câncer de próstata. Através de uma revisão sistemática da literatura realizada no período entre janeiro a maio de 2020, foram realizadas buscas por materiais científicos nas seguintes bases de dados: EBSCO, Scielo e Index Psi. Com bases nos resultados obtidos foi possível observar que existem diversos fatores relacionados ao adoecimento pelo câncer de próstata e como esse diagnóstico pode acarretar em sofrimento para esse indivíduo. Foi possível evidenciar que os maiores impactos na vida do paciente são relacionados à disfunção sexual (perda e dificuldade de ereção), diminuição da libido, incontinência urinária e sobrevida, uma vez que o diagnóstico de câncer pode ser estigmatizado a uma sentença de morte (principalmente em pacientes que realizam a cirurgia de prostatectomia parcial ou total, que consiste na retirada da próstata). Após a análise realizada, foi possível também perceber que a área de pesquisa sobre o sofrimento psíquico do indivíduo após o diagnóstico de câncer de próstata é escassa, principalmente se comparada a outros tipos de câncer.
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    Relações terapêuticas e intervenções na análise do comportamento com pacientes com transtorno de personalidade Borderline
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2020-12) Andressa Santana da Costa Fernandes ; Mariana Mielli Bonacim ; Dra. Caroline da Cruz Pavan-Cândido
    O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), é caracterizado por instabilidade afetiva e comportamentos interpessoais conturbados. Essas dificuldades podem atrapalhar o atendimento psicoterápico e a relação terapêutica. O objetivo deste estudo é apresentar as características da relação terapêutica e das intervenções clínica analítico-comportamentais para indivíduos com este diagnóstico. Para isso, foi realizada uma revisão bibliográfica a partir dos termos Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), relação terapêutica e intervenções na análise do comportamento, nas seguintes bases de dados: EBSCO Information Services, Scientific Electronic Library Online (SciELO), Portal da Rede Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva (RBTCC). As buscas foram realizadas no período entre janeiro e outubro de 2020. Com bases no levantamento, foi possível observar que existem diversos fatores relacionados a TPB que interferem no tratamento e na relação entre o cliente e o terapeuta, comisso dificultando o atendimento. As intervenções apresentam tratamentos mais eficazes para pacientes com TPB, em razão da extensa comprovação científica sobre sua eficácia para os casos relacionados a esses pacientes. Dentre as terapias encontradas houve a Terapia Comportamental Dialética (DBT) e a Terapia Analítica Funcional (FAP), que contribuem de uma forma flexível para encarar os desafios do relacionamento com o cliente com o TPB, contribuindo no tratamento com clientes com Transtorno de Personalidade Borderline, tornando os atendimentos mais eficazes e ajudando a superar essas adversidades. Após a análise realizada, foi possível perceber que a área de pesquisa sobre relação terapêutica e intervenções na análise do comportamento com pacientes com transtorno de personalidade borderline, aumentou nos últimas dez anos, mas ainda merece atenção dada a complexidade do transtorno e de seu tratamento.