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    Tratamento fisioterapêutico nas deformidades de quadril em crianças com paralisia cerebral: revisão bibliográfica
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) Bárbara Laurindo Lozano ; Gabriel Coraçari Victorino da Silva ; Isabela Letícia dos Santos ; Luane Machado Ehrhardt ; Milena Crivelari Casimiro ; Paulo Henrique Ribeiro Junior ; Yule Abreu Lemos ; Me. Maria Eloisa Borges Junqueira de Mattos Frateschi
    A Paralisia Cerebral (PC) é uma condição neurológica decorrente de uma lesão cerebral que ocorre antes da conclusão do desenvolvimento crânio-encefálico. Com o decorrer dos anos, as crianças com PC apresentam deformidades, principalmente na articulação do quadril, sendo também considerada multifatorial, desde as alterações posturais até as deformidades propriamente ditas. A fisioterapia tem um papel imprescindível e eficaz na reabilitação de deformidades de quadril em crianças com Paralisia Cerebral e o tratamento deve iniciar o mais precocemente possível. Com isso, o objetivo do estudo é aprofundar o conhecimento sobre as condutas e tratamento fisioterapêutico de crianças com PC que tenham deformidades de quadril. Foi realizada revisão bibliográfica nas bases de dados PubMed, LILACS, MEDLINE e SciELO utilizando as palavras chaves Paralisia Cerebral, deformidades de quadril, tratamento, o que resultou em 930 artigos os quais, após critérios de inclusão, resultaram em seis artigos incluídos. Na discussão, foi notado que o tratamento fisioterapêutico para a prevenção do deslocamento de quadril ainda é controverso por não apresentar uma abordagem específica que seja significativamente eficaz, concluindo que são necessários mais estudos sobre os devidos tratamentos, órteses aplicadas e protocolos a serem utilizados.
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    Contribuição da fisioterapia na assistência ao parto para a autonomia materna e enfrentamento da violência obstétrica: revisão narrativa de literatura
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) Helena Mielle Molina ; Isabelle Fernanda Zanin ; Júlia de Carvalho Taveira ; Laís Pierini Ferreira ; Lívia Simões Santana Custódio ; Maria Izabel Marim Pita Duarte ; Rosa Maria dos Santos ; Dr. Elaine Cristine Lemes Mateus de Vasconcelos
    Introdução: A violência obstétrica é todo ato praticado por membro da equipe de saúde, do hospital ou por terceiros, em desacordo com as normas regulamentadoras ou que ofenda verbal ou fisicamente as mulheres gestantes, parturientes ou puérperas. A atuação fisioterapêutica pode contribuir para a humanização da assistência obstétrica, contrapondo as práticas caracterizadas como violência obstétrica. Objetivo: Realizar uma revisão narrativa de literatura a fim de identificar a contribuição da fisioterapia na assistência ao parto para a autonomia materna e enfrentamento da violência obstétrica. Métodos: Estudo do tipo revisão narrativa de literatura, no qual foram incluídos artigos publicados na íntegra, sem restrição quanto ao desenho metodológico e data de publicação, na língua inglesa e portuguesa, que retratavam a contribuição da fisioterapia na assistência ao parto para autonomia materna e no enfrentamento da violência obstétrica. A revisão de literatura incluiu artigos científicos, monografias, dissertações, teses e publicações do Ministério da Saúde. As bases de dados consultadas foram: Pubmed, Scielo e Lilacs. Resultados: O fisioterapeuta insere-se no contexto da humanização da assistência obstétrica como um profissional que oferece suporte às demandas e especificidades da parturiente, sendo contrário às ações caracterizadas como violência obstétrica. Baseados em evidências científicas, diversos recursos terapêuticos estão disponíveis para serem agregados aos cuidados disponibilizados à mulher na assistência obstétrica: deambulação, adoção de posturas verticais, liberdade de posição e movimento, exercícios respiratórios, eletroterapia, massagens terapêuticas, banhos quentes e crioterapia, que atuam no controle da dor, auxiliam no relaxamento da parturiente e favorecem a progressão do trabalho de parto. Conclusão: A atuação do fisioterapeuta no processo de parto e nascimento contribui para a humanização da assistência obstétrica e, consequentemente, na redução de práticas caracterizadas como violência obstétrica, pois colabora para tornar o ambiente agradável e respeitoso, favorece a autonomia da parturiente e fortalece a qualidade da assistência obstétrica. Palavras-chave: Violência obstétrica. Parto. Fisioterapia.
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    Avaliação da qualidade de vida e religiosidade/espiritualidade em mulheres após câncer de mama
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) Anna Júlia Beraldo Lopes ; Giovanna Valefuogo Basso ; Luiza Maria Faggion Benzoni ; Marianne Mello Gerhardt ; Thainá Luiza de Oliveira ; Victoria Message Fuentes ; Dra. Adriana da Costa Gonçalves ; Me. Andréa Campos de Carvalho Ferreira
    Introdução: O diagnóstico e o tratamento do câncer de mama podem influenciar a qualidade de vida e a espiritualidade dessas mulheres. Objetivo: Avaliar a qualidade de vida e a espiritualidade em pacientes após câncer de mama. Material e Métodos: Foi realizado um estudo clínico transversal, com mulheres com idade igual ou superior a 18 anos, no período de maio a setembro de 2021, com história de câncer de mama. Para avaliação foram utilizados os seguintes instrumentos: ficha de avaliação da paciente, questionário de avaliação da qualidade de vida Functional Assessment of Cancer Therapy-Breast (FACT-F), Short Form (SF-36) e Escala Multidimensional Breve de Religiosidade/Espiritualidade (BMMRS-P). As participantes foram submetidas a uma avaliação na Clínica de Fisioterapia Barão de Mauá ou por chamada de vídeo, em uma única sessão, na qual foram aplicados os instrumentos de avaliação. Os dados coletados foram submetidos a análise estatística descritiva. Resultados: Neste estudo, houve predomínio de participantes com média de 55 anos, com sobrepeso, casadas, mastectomizadas, com grau de escolaridade superior completo. Cerca de 80% relataram presença de alteração da sensibilidade após o tratamento do câncer de mama. Em relação a prática de atividade física, 57,5% (n=23) das participantes relataram realizar. Nos dados referentes da escala SF-36 foram observados maiores escores nos domínios: aspecto social, saúde mental e capacidade funcional. Na escala FACT-B, as participantes apresentaram uma qualidade de vida específica após o câncer de mama abaixo do esperado. Em relação a BMMRS as participantes se consideram muito ou moderadamente religiosas e espiritualizadas. Conclusão: As participantes deste estudo apresentavam boa qualidade de vida geral e espiritualidade, porém menor qualidade de vida específica para câncer de mama. Palavras-chave: Avaliação. Câncer de mama. Espiritualidade. Qualidade de Vida
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    A organização do Sistema Único de Saúde no estado de São Paulo durante à pandemia do COVID-19
    (Centro Universitário Barão de Mauá, 2021-12) Ana Laura de Souza Duarte Del Rosso ; Natalia Nogueira Neves ; Dr. Paola Marini Valério
    Introdução: Em dezembro de 2019, na China, na cidade de Wuhan, foram constatados casos de uma pneumonia de causa desconhecida. Semanas depois cientista chineses comprovaram à causa se tratava de um novo coronavírus, Coronavirus Disease-2019 (COVID-19). Ao passar os dos meses, pela sua rápida disseminação, foi classificada como pandemia. Objetivo: O estudo tem como objetivo corroborar com a elucidação das medidas adotadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento à pandemia no estado de São Paulo - Brasil. Método: Trata-se de uma revisão de literatura integrativa de artigos, sites dos governos federal e estadual (portais e leis), com finalidade de reunir e sintetizar as medidas adotadas pelo SUS diante do primeiro ano de enfrentamento da pandemia da COVID-19 (de fevereiro de 2020 até fevereiro de 2021) no estado de São Paulo. Foram incluídos artigos considerando o período de publicação de 2020 a 2021, na língua inglesa e portuguesa, que abordassem os critérios de organização desenvolvidos pelo MS e pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) na pandemia do COVID-19. Foram incluídos artigos que citavam ações para controle da transmissão do vírus, trabalho dos profissionais de saúde e custeio dentro do estado de São Paulo frente à pandemia, que correlacionavam as condutas do SUS diante deste cenário. Resultado: Foram encontrados 193 artigos no LILACS, 181 no PubMed e 114 na Scielo, totalizando 488 artigos. Após a leitura de títulos e resumos foram excluídos 467 por não estarem dentro dos critérios de elegibilidade. Dentro dos 18 artigos incluídos, foram excluídos 7 por não ser especificar sobre a organização do SUS no Estado de São Paulo durante a pandemia do COVID-19. Portanto foram incluídos 11 artigos neste estudo. Conclusão: Durante o primeiro ano de enfrentamento à pandemia não houve mudanças importantes nos critérios de repasse de financiamento do SUS, sendo pouco sensíveis às necessidades epidemiológicas. Destaca-se que o Estado de São Paulo priorizou medidas para restringir a aglomeração e circulação de pessoas a fim de reduzir a possibilidade de contágio, além de ações para continuar com os atendimentos aos pacientes e para a economia do estado. Como também, seguiu leis e portarias para ter melhor organização do estado durante à pandemia. Palavras-chaves: Brasil. COVID-19; Organização do SUS; Pandemia.